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Mega Cena

A maneira fácil de descrever cenas do cotidiano, assim como, quem conta uma estória num bate-papo entre amigos, é o estilo do autor de Mega Cena, Luiz Celso de Matos, que diz ter produzido este trabalho para dar sequência final ao trinômio: o filho, a árvore e o livro. Descarta qualquer outra pretensão. Mas, engana-se. Sua maneira de descrever cenas do dia-a-dia com tipos que nos afiguram com tão conhecidos vai levá-lo certamente a produzir novas estórias. Afinal, tantas ele presenciou e tantas outras haverá de presenciar que não faltara matéria-prima para suas narrativas. Quem sabe não sejamos, cada um de nós, um dos seus personagens. E somos pródigos em criar cenas como as descritas neste livro.
Sem pretensões literárias, o Autor se releva mais do que um escritor... Ele é o olho observador, atento, do que acontece ao seu redor. E criar situações cômicas não é privilégio deste ou daquele. Por mais que se empine o nariz, se aprume a coluna ou se erga a fronte, uma hora ou outra damos razão à marchinha carnavalesca, "Menina vai, com jeito vai, senão um dia a casa cai..."
Se a leitura é considerada um alimento para a alma, poderíamos dizer deste livro: Mega Cena é composto de uma comida caseira, de bom aspecto simples, bem temperada e de fácil digestão.
Difícil para mim agora, é tentar descrever os vários mergulhos que dei dentro do abissal de minhas origens. Uma origem modesta. Uma origem, diria, sertaneja. Somente conheci a capital que amo - Curitiba - quando tinha quinze anos. Do norte pioneiro a capital paranaense. Isto aconteceu há quarenta e sete anos.